unidade industrial

A implantação da unidade industrial de produção de transformação de peixe em instalações portuárias quebra, em primeiro lugar, com a tendência “foot loose” generalizada da implantação das unidades industriais de produção actuais. Não romper com um lugar, nem com um território, é afirmar a vontade de querer ter em conta os valores humanos que aí estão implicados.
Trata-se de um verdadeiro desafio de arquitectura, cujo objectivo seria assegurar, ao mesmo tempo, a prioridade dos aspectos humanos e sociais da operação e a inserção destes na visão global e prospectiva de uma indústria sustentável, moderna, integrada, não poluente e geratriz de ideias novas.

PONTOS FORTES:

– INTEGRAÇÃO
– FLEXIBILIDADE DE USO
– REDUÇÃO DAS NECESSIDADES ENERGÉTICAS:
a) aplicação de uma arquitectura de princípios bioclimáticos;
b) estudo de uma pele térmica de alta performance;
c) estudo de sistemas energéticos de alta eficácia;
d) utilização de energias renováveis: energia solar, fotovoltaica, eólica e co-geração biodiesel.
– GESTÃO DE ÁGUAS:
a) gestão das águas pluviais;
b) redução do consumo de água potável.
– MATERIAIS:
a) perenidade da construção;
b) forte limitação da energia incorporada dos materiais (énergie grise).

Projecto em curso